Dentre todos os capítulos dessa segunda temporada, talvez este A Man Without Honor tenha se mostrado o menos interessante e redundante. Apesar do grande momento vivido pelo até então sumido Jamie Lannister e dos grandes diálogos entre o pai deste e a sagaz Arya Stark, além do momento de humanização de Cersei Lannister num momento íntimo com seu irmão Tyrion, a saga de Jon Snow com uma selvagem e o pseudo-romance de Robb Stark acabam por não contribuir efetivamente com o andamento da série.

Entretanto, dentre os dois o que mais acaba enfraquecido é Jon Snow. A perseguição, a falta de pulso e o papo “bonitinho” entre este e a selvagem “pseudo-prisioneira”, além descaracterizar a obra original, acaba desconstruindo a imagem de que o jovem Snow é um sujeito em crescimento como patrulheiro, visto que muitas das suas atitudes para com a prisioneira são risíveis. Sinceramente, à exceção do cerco sofrido pelo mesmo pelos companheiros de sua até então prisioneira, todas as cenas dele são descartáveis e esquecíveis. Uma pena, pois este talvez tenha sido não só o maior ponto fraco desta temporada, mas de toda a série. É compreensível a adaptação do seriado para agradar seus diversos públicos, mas ao meu ver tal retrato desprestigia mais a essência do personagem (que é bondoso, não estúpido) do que ajuda a série a ganhar mais fãs.

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Ainda não viu minhas impressões sobre os episódios anteriores? Veja agora:

Episódio 1, temporada 2The North Remembers

Episódio 2, temporada 2: The Night Lands

Episódio 3, temporada 2: What is Dead May Never Die

Episódio 4, temporada 2: Garden of Bones

Episódio 5, temporada 2: The Ghosts of Harrenhall

Episódio 6, temporada 2: The Old Gods and the New

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O que dizer do começo eletrizante deste episódio? Apesar de escrito por uma mulher (Vanessa Taylor), em The Old Gods and the New não houve sangue poupado, com o caminhar cada vez mais rápido de Theon Greyjoy ao “lado de negro da força”, por assim dizer e a cada vez mais tensa luta pelo trono de Westeros. Deixando um pouco de lado os acontecimentos em Winterfell – mas, falando em violência, o que dizer do ataque ao rei Joffrey e a tentativa de estupro da jovem Samsa Stark? Visceral e tenso -, este sexto episódio da segunda temporada deu um destaque mais acentuado aos dois extremos – tanto geograficamente, quanto no aspecto climático – de Westeros, enfocando com mais cuidado à saga de Jon Snow, que parte junto a Qhorin Meia Mão numa expedição onde acabam por capturar uma selvagem, que devido a displicência de Snow, acaba conseguindo fugir, dando trabalho para o mesmo recapturá-la. Apesar de levemente distante dos acontecimentos da obra original, as mudanças ocorridas aqui não chegam a descaracterizar a obra original, contudo deixam Jon Snow um tanto menos inteligente do que aparentava. Do outro lado, temos a luta da khaleesi Daenerys Targaryen para conseguir navios, com o intuito de retornar aos sete reinos e reconquistar o trono (de acordo com um dos personagens, conquistar, pois o mesmo nunca foi da mesma. Uma sacada brilhante, rechaçada como retórica por Dany). Entretanto, após as infrutíferas negociações, Dany acaba descobrindo que seus filhos dragões foram sequestrados, cena esta que finaliza o episódio com um grande ponto de interrogação, nesta que registra outra das grandes mudanças (leia-se: adaptações) entre a obra literária e a televisiva.

Apesar de não ter tanto destaque, outra personagem que ganhou um espaço interessante foi Arya Stark. Vendo-se acuada, a jovem lobo acaba por solicitar mais uma vez a ajuda do misterioso Jaqen H’ghar, culminando em outra sequência eletrizante, que apesar de bem bolada, também difere bastante dos acontecimento do livro.

Entretanto, apesar dos últimos episódios da segunda temporada de Game of Thrones ter começado a tomar caminhos muitas vezes distintos dos vistos no livro, muitas vezes eliminando personagens e readaptando outros para o lugar daqueles, ou até mesmo criando novas situações dramáticas, apoio tal decisão, até por que quem leu a obra escrita tem a oportunidade de ser surpreendido tanto quanto àqueles que só acompanham a série, dando assim momentos de ineditismo aos fãs da literatura de George R. R. Martin. Sendo assim, apesar de ter aspectos modificados – tanto em ordenamento, quanto em estrutura dos eventos -, a série continua excelente, até por que tais modificações foram executadas com maestria, agregando ao invés de diminuir a obra original.

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Episódio 1, temporada 2The North Remembers

Episódio 2, temporada 2: The Night Lands

Episódio 3, temporada 2: What is Dead May Never Die

Episódio 4, temporada 2: Garden of Bones

Episódio 5. temporada 2: The Ghosts of Harrenhall

E os eventos estão correndo cada vez mais rápido em Game of Thrones. Se o episódio anterior teve o melhor desfecho da temporada até então, The Ghost of Harrenhall é o que possui mais elementos interessantes e, por que não, relevantes a trama de todos até então. Logo nos primeiros minutos temos a morte de um dos personagens principais da trama (talvez um dos mais queridos), além de mais um conjunto de cenas impagáveis entre Tyrion Lannister (Peter Dinklage) e Bronn (Jerome Flynn).

Compacto, elucidativo e, à exceção das ausências de Joffrey e Samsa, dá espaço a cada um dos núcleos de personagens: Dothraki, Winterfell, Norte da Muralha, Ilhas de Ferro e os exilados (Arya e Gendry). Apesar de não ter um desfecho tão impactante quanto o do episódio anterior, este 5º capítulo sedimenta de vez os elementos da cada vez mais inevitável guerra.

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Episódio 1, temporada 2The North Remembers

Episódio 2, temporada 2: The Night Lands

Episódio 3, temporada 2: What is Dead May Never Die

Episódio 4, temporada 2: Garden of Bones

:: Sinopse ::

Em uma época futura um jovem (Casper Van Dien), após graduar-se, quer se alistar nas forças armadas para tornar-se um “cidadão” e deixar de ser um mero civil. Também faz isto por causa da namorada (Denise Richards), por quem é apaixonado. Um amigo (Jake Busey) em comum do casal se alista e é designado para servir na parte de planejamento estratégico. Ela é encaminhada para pilotar naves de combate, mas ele vai servir na infantaria, que é um posto menos prestigiado. Porém, ele demostra tal afinco nos treinamentos que se torna líder de um pelotão, mas por causa de um erro seu um colega morre em uma simulação de batalha. Quando ele pede dispensa, pois sua namorada está envolvida com seu instrutor, descobre que sua cidade natal, Buenos Aires, não existe mais em virtude de um ataque de insetos alienígenas do planeta Klendathu. Assim, ele volta atrás na sua decisão e vai fazer parte da grande ofensiva terrestre contra estes insetos (que são gigantescos e às vezes medem 30 metros) no planeta deles. Mas o alto comando terrestre subestima demais a capacidade de reação dos inimigos e em poucas horas morrem mais de 300 mil terrestres na ofensiva. Fica claro então que esta guerra vai decretar o fim de uma espécie e está claro que um inseto inteligente comanda as ações, que pretendem exterminar com a raça humana (Fonte: Adoro Cinema).

:: Impressões ::

Já se passaram  duas décadas e meia desde que o visionário cineasta holandês Paul Verhoeven (Robocop – O Policial do Futuro, Instinto Selvagem) entregou seu último filme evento, um blockbuster de raiz – O Homem Sem Sombra, de 2000, apesar de comercial está longe de apresentar a grandiosidade até então recorrente nas produções do holandês – , dono de quase todos os elementos que marcaram seus filmes hollywoodianos. Tropas Estelares tem a cara do seu realizador. Está nele a ironia, o pessimismo, o sarcasmo, o futuro recente distópico, a crítica midiática, o exagero artístico e, principalmente, as altas doses de violência estilizadas que são marcas de Verhoeven. Entretanto, apesar dos elementos estarem dispostos, isso não faz de Tropas Estelares um grande filme. Pelo contrário, talvez a reunião da marca do cineasta com um orçamento gigantesco tenha feito mal a produção, que tem poucas cenas realmente marcantes e, mais do que isso, pouco carisma. Ou seja, apesar de hiperbólico e visualmente estupendo – principalmente para a época -, o filme resulta num produto apático e sem grandes atrativos, além de pouca ou nenhuma inovação (ou evolução) na estética do diretor.

Na verdade, o filme só engata mesmo após a primeira hora de projeção, quando as tropas do título finalmente entram em combate com os insetos alienígenas, visto que sobra pouco espaço para o texto em si e sobra para as cenas de ação, que apesar de não serem espetaculares, são o que dão refresco e interesse ao filme. Utilizando uma óbvia metáfora ao pensamento militarista do homem, onde a invasão e a antecipação de conflitos (te ataco antes que você decida me atacar) é razão de ser, além da manipulação midiática com relação a patriotismo e engajamento nacionalista, e a própria inexperiência da juventude, com sua sede muitas vezes irracionais como tentativa de provar sua capacidade perante os “adultos”, o filme tenta correlacionar tais aspectos num caótico futuro alternativo, onde o planeta Terra encontra-se em constante conflito com um planeta alienígena.

No entanto, apesar das qualidades poéticas, o desenvolvimento por parte de Verhoeven e, principalmente, pelo roteirista Edward Neumeier (que escreveu o clássico Robocop – O Policial do Futuro, também dirigido por Verhoeven) beira ao banal. Muitas vezes tola, a linguagem optada por este exagera no tom cartunesco e sarcástico, transformando algo que deveria e tinha o potencial de ser irônico numa galhofada sem limites. O elenco também não ajuda, visto que talvez este seja o pior de toda a carreira de Verhoeven – onde nomes como Casper Van Dien (A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça)e Denise Richards (Garotas Selvagens) atuam? – porém, como não acredito que o cineasta tenha acreditado na qualidade deste, creio que a escolha tenha sido proposital, na tentativa de ambientar melhor a trama no intuito de estabelecer um misto de filme de ficção-científica B (como as dos anos 1950) com a já conhecida mensagem crítica antibelicista e violentíssima do holandês. Infelizmente, não deu certo, causando ao filme mais mal do que o previsto.

Por outro lado, apesar de no geral ser um desastre na pretensão de tornar-se um grande filme do gênero, Tropas Estelares galgou o status de obra cult, muito pela pegada visceral de Paul Verhoeven como realizador, tanto que além de gerar algumas seqüências lançadas diretamente em home-video, o original é bastante cultuado pelo público nerd, além de muitos o considerarem um dos melhores filmes do cineasta, opinião esta que com certeza discordo.

Enfim, Tropas Estelares não é um filme ruim, contudo também não é uma grande obra. Sua pretensão de entretenimento inteligente acabou dando errado e, por diversos motivos (alguns já apresentados aqui) acaba soando mais como um entretenimento bem intencionado mais muito tolo do que como uma grande referência de uma geração. Para finzalizar, devo fazer um recorte que envolve uma questão distante do conteúdo e que também não fez bem ao filme, principalmente com o passar dos anos, que é o quesito estético. Não só os efeitos visuais envelheceram (apesar de uma outra produção lançada no mesmo ano, Titanic, continuar praticamente “perfeito” até hoje), como a concepção visual, no que se refere aos figurinos e ao design do filme em geral, soam muito ultrapassados – mais até do que o de outro filme do cineasta, O Vingador do Futuro (Total Recall), de 1990 -, mais um ponto negativo para a imersão do espectador no mundo apresentado pelo filme. A título de comparação, sem avaliar a questão técnica e orçamentária (até por que a mesma não cabe), o design futurista dos militares e dos veículos de Avatar, de James Cameron (também diretor de Titanic), soam muito mais críveis e apoiados numa lógica funcional do que os de Tropas Estelares, que além de parecerem extremamente artificiais e não operacionais como instrumentos de guerra, após estes 15 anos desde seu lançamento, estão cada vez mais longe do que imaginamos existirá num futuro próximo.

:: Ficha Técnica ::

Elenco: Casper Van Dien, Denise Richards, Dina Meyer, Neil Patrick Harris, Jake Busey, Clancy Brown e Michael Ironside.

Título original: Starship Troopers

Gênero: Ficção Científica / Aventura

Duração: 129 min.

Ano de lançamento: 1997

Estúdio: TryStar Pictures / Touchstone Pictures

Direção: Paul Verhoeven

Roteiro: Edward Neumeier

Produção: Jon Davison, Alan Marshall

Música: Basil Poledouris

Fotografia: Jost Vacano

Edição: Mark Goldblatt, Caroline Ross

 

:: Trailer ::

De longe, este quarto episódio  de Game of Thrones, Garden of Bones, é o melhor da segunda temporada. Repleto de conflitos, novos personagens e literalmente a um passo do conflito, neste episódio podemos conferir a chegada da Khaleesi a uma grande cidade murada – não sem estresse e tensão -, o clima pesado entre os irmãos em busca da coroa, Stannis e Renly Baratheon, além das marcantes presenças de lord Baelish (vulgo Mindinho) e Tyrion Lannister, ambos mais uma vez tramando em busca de seus objetivos.

Entretanto, apesar de ser um capítulo equilibrado no que se refere a acontecimentos de impacto, talvez o que mais marque após o término do episódio seja a cena em que o então rei Joffrey “usa” e abusa das meretrizes enviados por seu tio Tyrion, a Mão do Rei, com o objetivo de “entreter” o jovem monarca. Aplicando atos de ódio e violência para com as duas mulheres, Joffrey mostra todo o seu talento para o mal nesta cena forte e violenta.

Entretanto, o grande destaque de Garden of Bones é alcançado no desfecho do episódio, quando observamos a missão de “espionagem” a cargos das duas mãos direitas de Stannis, Melisandre e Davos Seaworth, que revela um misto de magia e horror na cara do espectador. Impactante e de deixar a mente de qualquer um desperta, é apenas neste quarto episódio que a série vê-se livre da obrigação de ambientar o espectador neste universo de personagens e mitologias cada vez maior e investe certeiramente no impacto do enredo sem grandes explicações. Se a ansiedade já se encontrava alta, agora é que ela alcana níveis altíssimos.

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Episódio 1, temporada 2The North Remembers

Episódio 2, temporada 2: The Night Lands

Episódio 3, temporada 2: What is Dead May Never Die

 

E a tensão crescente continua em Game of Thrones. Privilegiando a politicagem em Porto Real (sob o olhar de Tyrion Lannister) e o “choque cultural” entre Jon Snow e o povo “selvagem” além dos limites da muralha, o episódio What is Dead May Never Die promove um bem elaborado avanço para com a trama da série, principalmente ao reapresentar um dos candidatos ao trono, o irmão mais novo de Robert Baratheon, Renly, fechando assim o painel formado por todos aqueles que almejam este.

Mais uma vez a família Greyjoy chega com destaque, em especial através do conturbado relacionamento entre o príncipe Theon e seu pai. Perturbado e inseguro pela falta de respeito e credibilidade, o jovem Greyjoy parece cada vez mais distante de sua missão inicial e, a julgar pela maneira com que destrói a carta que enviaria à Robb Stark, prepara-se para assumir-se traidor, mesmo com a falta de apoio de sua família original que este insiste em adotar como sua.

Outra personagem que surge com destaque – apesar de por pouco tempo – é a jovem Arya Stark (ou seria Arry), que juntamente aos recrutas da Patrulha sofre um sangrento ataque de membros da Guarda Real, tendo um desfecho sangrento e triste, que provavelmente moverá mais uma vez a jovem Stark a um lugar desconhecido. Apesar de não ter uma grande sequência, outro que volta a marcar presença é o “regente” de Winterfell, o jovem Bran Stark e seus curiosos sonhos/pesadelos de lobo.

Com tanto à mostrar, a segunda temporada de Game of Thrones parece cada vez mais apressada, principalmente por ter que, entre capítulos, abdicar de alguns núcleos narrativos – Stannis, Daenerys, por exemplo – para desenvolver melhor os demais abordados. Entretanto, apesar de ser uma solução difícil, a equipe apresenta, pelo menos por enquanto, competência em alternar quem ganha destaque e quem espera por outra oportunidade. Enfim, o que realmente importa é que Game of Thrones continua sem deixar o espectador respirar, finalizando com mais um gancho que nem mesmo ansiedade é capaz de definir.

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Episódio 1, temporada 2The North Remembers

Episódio 2, temporada 2: The Night Lands

Depois do belo episódio introdutório, que se não apresentou nada de espetacular, serviu muito bem como uma espécie de boas-vindas ao fã do seriado, a segunda temporada de Game of Thrones começa a tomar corpo. The Night Lands mostra pelo menos dois lados do cada vez mais delicado jogo dos tronos, com a participação mais do que essencial de Tyrion Lannister (o premiado ator Peter Dinklage) e sua irmã, Cersei Lannister (Lena Headey), como  motores da mobilização em Porto Real rumo ao inevitável conflito contra os irmãos Stannis (Stephen Dillane) e Renly Baratheon (Gethin Anthony), este último ainda sem dar as caras nesta temporada.

Apesar do aquecimento das engrenagens entre Lannisters e Baratheons serem de grande valia, os grandes destaques do episódio são o aumento da participação  – tanto em tela, quanto em interesse demandado pela trama – de Arya Stark (Maisie Williams), que após a breve participação no episódio anterior, aparece mais e com isso revela mais alguns detalhes acerca do universo originalmente concebido por George R. R. Martin e o olhar sobre o reino de origem de Theon Greyjoy (Alfie Allen), onde finalmente podemos conhecer tanto seu lar, quanto seu pai (mesmo que isso não seja assim tão positivo).

Como não podia deixar de ser, o núcleo da muralha continua a ganhar destaque, em especial Jon Snow (Kit Harington), gradativamente evoluindo como provável herói da série. Afora estes, pouco se vê de Daenerys (Emilia Clarke) e os dothraki, muito menos aparecem Robb, Samsa e Caytelyn Stark, tendo mais uma vez uma pequena participação novos personagens que sugerem certa importânica à trama, dentre eles Davos Seaworth (Liam Cunningham) e Melisandre (Carice van Houten), ambos aliados do outro candidato ao trono, Stannis Baratheon.

Com um ritmo mais acelerado – e também interessante – do que o episódio de estreia, The Night Lands fecha com um enigma que desperta grande interesse, em especial por, pelo menos por enquanto, não refletir ao disputado jogo de tronos em andamento. Entretanto, se tivesse que destacar apenas uma coisa, esta seria a presença sempre marcante – e indiretamente cômica – do mercenário Bronn (Jerome Flynn), o até então braço direito de Tyrion Lannister.

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Episódio 1, temporada 2: The North Remembers